terça-feira, maio 13, 2008

Ruidos




Ruidos que vagueiam no Mundo
Barulhos de um poço sem fim
Murmurios e clemências
Presos, aqui, dentro de mim.

Com vontade de se soltarem
Andam eles de cá para lá
Ansiosos e desejosos que,
Alguém se lembre de os soltar.

Uma vez soltos, estes
Parecem flexas disparadas
Para o tudo e para o nada
Sem um alvo em concreto.

Por vezes eles irritam-me
Mas deixm-me a pensar
Em que se, porventura um dia
O Mundo acabar, os deixarei de ouvir.

3 comentários:

Anónimo disse...

Amei o poema

BBF

Anónimo disse...

ta mesmo girooo
^^

:)*

Anónimo disse...

muito nice
gotei mt ^^